O avanço dos corantes naturais na indústria de alimentos
O mercado global de alimentos e bebidas caminha para tornar as cores naturais não apenas uma tendência, mas uma exigência. Dessa forma, com o aumento da demanda por produtos visualmente atrativos e mais saudáveis, as empresas enfrentam o desafio de manter consistência, estabilidade e viabilidade econômica em larga escala.
Para atender a essa demanda, fabricantes estão apostando em alternativas ao sintético Red 40, como pigmentos de rabanete vermelho ou cenoura vermelha, além dos tons azulados e esverdeados extraídos da spirulina. A cor não é tão intensa quanto o corante sintético, no entanto, as empresas ressaltam que a percepção de produto mais saudável compensa essa diferença.
FDA aprovou novos corantes naturais
A adoção de cores naturais nos EUA foi impulsionada recentemente pela FDA, que aprovou quatro novos pigmentos naturais, sendo eles:
- Extrato de flor de ervilha-borboleta;
- Extrato azul de Galdieria;
- Fosfato de cálcio;
- Azul de gardênia.
Além disso, a FDA estabeleceu um cronograma para que algumas empresas eliminem gradualmente certos corantes artificiais até 15 de janeiro de 2028. Com isso, intensifica a pressão por soluções naturais que conciliem desempenho, custo e escalabilidade.
Desse modo, o avanço dos corantes naturais na indústria de alimentos além de atender à demanda por produtos mais saudáveis e transparentes, também serve ao propósito de diferenciação de marca e posicionamento premium, alinhados a tendências de consumo consciente e sustentabilidade.
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