Mitos e verdades sobre a sardinha enlatada
A sardinha em conserva é um alimento prático e acessível, mas ainda gera dúvidas sobre suas propriedades nutricionais e sua segurança para consumo.
O mito da perda de nutrientes
Segundo a nutricionista Aline David, a sardinha enlatada não perde valor nutricional durante o preparo. Ela reforça que existe o mito de que o produto perde propriedades na embalagem, mas na prática o alimento continua saudável, saboroso e prático para o dia a dia.
Livre de metais pesados
A especialista destaca que a sardinha é livre de metais pesados, como o mercúrio, por ter ciclo de vida curto — o que a torna uma fonte diária segura de proteínas de alto valor biológico e boas gorduras.
Nutrientes preservados no processo
Rica em ômega-3 e em outras vitaminas e minerais, a sardinha mantém sua densidade nutricional graças à embalagem metálica, que funciona como barreira protetora. O cozimento em alta temperatura e o selamento hermético dispensam o uso de aditivos artificiais, tornando o alimento ainda mais saudável.
Espinhas comestíveis e ricas em cálcio
Um dado curioso é que as espinhas da sardinha enlatada são comestíveis e ricas em cálcio. Por ser consumida por inteiro, a versão enlatada chega a oferecer mais cálcio do que o produto in natura grelhado, mantendo a mesma quantidade de ômega-3 com mais praticidade.
Boa fonte de proteína
Uma porção de 100g de sardinha enlatada oferece 17g de proteína, superando opções como ovos e queijos — o que facilita o aporte proteico diário.
Cuidados após abrir a lata
A nutricionista alerta que o alimento deve ser consumido em até 48 horas após aberto e não deve permanecer na lata original. O ideal é transferi-lo para um recipiente fechado de vidro ou plástico e conservá-lo na geladeira.
Fonte: CNN
Imagem: Magnific