Anvisa inicia coletas de amostras para o monitoramento de agrotóxicos em alimentos

Anvisa inicia coletas de amostras para o monitoramento de agrotóxicos em alimentos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) iniciou a execução do novo Plano Plurianual 2026–2028 do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), voltado ao monitoramento da presença de resíduos de agrotóxicos em alimentos consumidos pela população brasileira.

O ciclo de 2026 marca o início de uma nova etapa do programa e prevê o monitoramento de 36 alimentos de origem vegetal, que representam mais de 80% do consumo nacional desse tipo de alimento. Neste primeiro ano, serão coletadas 3.613 amostras de 14 alimentos, incluindo abacaxi, arroz, alho, aveia, batata doce, beterraba, chuchu, couve, feijão, goiaba, laranja, pimentão, tomate e uva.

As coletas começaram em 11 de maio e seguirão até dezembro em 25 estados e no Distrito Federal. As amostras são coletadas em supermercados, sacolões e outros estabelecimentos varejistas, buscando representar os alimentos efetivamente consumidos pela população.

Segundo a Anvisa, as análises laboratoriais seguem requisitos internacionais de qualidade, utilizando metodologias validadas e acreditadas pela norma ISO/IEC 17025. Atualmente, o programa analisa mais de 300 agrotóxicos diferentes.

Criado em 2001, o PARA é uma iniciativa conjunta da Anvisa, vigilâncias sanitárias estaduais e municipais e laboratórios centrais de saúde pública. Desde sua criação, mais de 45 mil amostras já foram analisadas no país.

Além de identificar possíveis irregularidades, o programa também avalia os riscos à saúde relacionados à exposição alimentar aos resíduos de agrotóxicos, tanto em curto quanto em longo prazo. Os resultados servem de base para ações regulatórias e estratégias de controle sanitário em todo o país.

Fonte: ANVISA

Imagem: Magnific

A BRQuality é uma empresa focada em desenvolver soluções criativas junto aos seus clientes, oferecendo treinamentos e consultorias personalizados, desmistificando e descomplicando o que parece difícil, deixando as equipes preparadas para dar continuidade nos programas e entender sua interação na cadeia de alimentos de forma responsável.